Sexo durante e após a gestação

Ogestaçãolá meninas! Hoje o assunto também é polêmico! Sempre que rola um papo nas rodinhas de amigas sobre gestação acho que sempre dá vontade de levantar este tema. O problema é que poucas tem coragem para iniciar a conversa ou medo da reação das outras pessoas.

O fato é que durante a gestação nosso corpo passa por inúmeras transformações, sejam hormonais ou físicas. E cada gestação é uma…. não dá para comparar! Algumas mulheres não aguentam nem o cheiro dos maridos e outras que ficam com ainda mais prazer nos companheiros durante esta fase. Em contrapartida, alguns homens não se importam com o estado das mulheres e outros que ficam tão apreensivos que mal conseguem fazer alguma coisa!

Não existe um manual do que vai acontecer e só vivenciando é que saberemos o que é melhor. Conversar sempre com o parceiro e buscar juntos formas de resolver problemas é a melhor solução. O negócio é esquecer um pouquinho o bebê. Assim se perde o receio e se vivencia o momento da melhor forma! Se não tiver nenhum problema, pode-se ter relações até o final da gestação. Minha GO disse que enquanto estivesse bem, podia continuar (oba!!!!). E é bom aproveitar bastante porque quando o bebê nascer……

casalAí vem o resguardo e o todos contando os dias para acabar. Eis que chega o grande dia, tudo preparado, bebê dormindo e tem que ser rápido porque o intervalo das mamadas ainda é pequeno… tudo pronto e na hora H….. o peito vaza, o bebê acorda, surgem os grilos com o corpo recém operado ou simplesmente você ou o marido morrem de medo de estourar os pontos internos da cesárea! Tudo por água abaixo! Fora que a correria não deixa tempo para muitas preliminares e o organismo feminino diminui propositadamente a lubrificação neste período por conta da amamentação… ou seja, em geral, incômodo e mais nervosismo! Aqui em casa, conseguimos driblar isso contando com a ajudinha da família para ficar a Alice. Saímos para jantar e depois para namorar. Não deu para ficar muito tempo fora, mas foi o suficiente para sair um pouco do ambiente doméstico e descontrair. Isso é super importante! Quando não temos a ajuda da família, vale muito a pena arrumar uma baby sitter por umas horinhas. E o baby não vai morrer por isso!

Muitas mulheres se afundam na vida de mãe e esquecem de si mesmas e dos maridos. Isso é muito ruim porque acima de tudo não deixamos de ser mulheres. O sexo faz parte deste contexto! Deixem de lado as preocupações excessivas com o corpo porque na hora os maridos nem reparam as sobrinhas a mais na barriga. Se for preciso comprar um lubrificante, não tenham vergonham e bora pra farmácia! Se for preciso pagar uma baby sitter, bora fazer uma economia e deixar de lado nosso apego exagerado para vivenciar algo que fará bem a toda a família, principalmente para você

Uma dica de empresa legal para baby sitters: “ Cuidar Bem”. Na época da Bia precisei de uma baby sitter mas não conhecia ninguém. Vi a indicação desta empresa e virei fã! Não é barata mas sempre que precisei eles prontamente atenderam e sempre com profissionais confiáveis. Vale a pena!

E vocês como vivenciaram a experiência do sexo na gravidez e no pós parto?

COLUNA “VIDA DE MÃE”por Clara Olivetti

Correndo com as tarefas de casa, trabalho, estudos, marido e filhotas! Ah, e sem esquecer do tempinho para os treinos de luta, unha, cabelo e creminhos. Tudo isso sem babá?  Impossível? Claro que não! Sou a mãe da Bia de 8 anos e da Alice de 6 meses. Vou dar dicas legais que podem ajudar as mamães. Afinal, ser mãe é bom demais!
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A saga da amamentação

posiçoesamamentacaoAo longo do processo evolutivo das espécies, nós, seres humanos, mas ainda mamíferos, aprendemos e desaprendemos muitas coisas.

Um dos temas mais polêmicos para as mães e gestantes é a amamentação. Todo mundo fala sobre o assunto mas sempre tem uma coisinha lá no fundo que fica escondida no íntimo… nem dá vontade de lembrar…. afinal, como justo EU, não seria igual às lindas atrizes que amamentam sorrindo e felizes, os bebês super gordinhos, dormindo tranquilos! Ai, parece que só com a gente não é assim e confessar isso para os outros parece até sinal de fracasso numa situação que deveria ser tão óbvia!

Amamentar não é fácil não… na minha primeira filha, fui toda feliz, peguei a bebê e tasquei no peito! Me senti uma leoa amamentando o filhote e sinceramente achei que o instinto falaria mais alto! Mas não… eis que ela chorava, dormia pouco, dava peito toda hora e de qualquer jeito, no final tcharam: os mamilos rachados, sangravam muito, eu amamentava chorando! O pior é fazer isso em local público quando todos se voltam para ver e opinar (e criticar!!!). Sempre que ela queria mamar, ia chegando para trás e minha mãe vinha e dava um empurrão! Era uma dor que nem sei explicar… pior ainda é a dor de não dar tão certo quanto deveria. Depois de insistir, as coisas ficaram melhores mas ela demorou até dormir bem. Acho que só consegui isso ao introduzir outros alimentos quando já estava com uns 5 meses.

image001Na minha segunda filha a experiência foi outra. Já me preparei desde o início, li tudo sobre amamentação, fiquei expert! Toda confiante estava e eis que… o leite não descia por nada no mundo! Coloquei spray nasal, homeopatia, entulhos de canjica e nada! A bichinha perdendo peso, sem dormir e a médica entrou com o famoso “complemento” (LA – leite artificial). Fiquei meio desiludida mas depois de ver que ela tomava o LA e dormia toda fofa, além de me deixar fazer as tarefas de casa (isso mesmo, as mães que amamentam precisam de babá, ajudante ou qualquer ajuda porque ficam reféns dos bebês no início – eles mamam quando querem e até ir ao banheiro é difícil). Aí vinham as críticas e os apoios… um povo da família dizia que a criança ia ter um monte de problemas porque não mamou no peito, outro monte, inclusive minha avó, apoiava dizendo que a mulher sofre demais e isso é besteira! No final, vejo que a Alice está super bem, menos alérgica que a Bia que mamou no peito, não estranhou a introdução de novos alimentos (e consegui dar comida para ela na boa!!! A Bia sentia o cheiro do leite, só queria peito e outra pessoa tinha que me ajudar na papinha! Foi um sufoco).

 Resumindo meninas: tive contatos com algumas amigas mães que amamentaram de boa (sempre com um pequeno desconforto no início, mas elas sempre tinham alguém para ajudá-las com alguma tarefa de casa, fazer uma comida, ficar com o bebê para ir ao banheiro e em geral não tinham outros filhos pequenos). Também tenho histórias de mães que não conseguiram amamentar, sofreram horrores, choraram, como se fossem menos mães porque davam mamadeira…. pura besteira! Os comerciais na TV são lindos mas todas sabemos que na prática não é assim. E cada um com seu cada um! Ninguém tem que se sentir menos porque não amamentou. Lembro que cheguei no escritório onde trabalho e contei minha história, com um pouquinho de medo das críticas mas já desencanada, e vi que logo apareceram outras mãezinhas que também tiveram histórias semelhantes mas nem sonhavam em contar por vergonha e medo das críticas.

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 A verdade é que a evolução estabeleceu algo novo para nós…. nosso vínculo com nossos filhotes é eterno e independem do amamentar. Os animais precisam disto, só têm esta alternativa de alimentação para sobreviverem e é o que conserva a fêmea junto ao filhote até que ele possa ficar só. Não fosse isso e eles seriam abandonados à própria sorte e não sobreviveriam. Podemos ser considerados os únicos mamíferos que falham nesta tarefa, mas também somos os únicos que conservam os vínculos de AMOR por toda a vida!

 Tomaram coragem? E vocês, o que têm a dizer sobre sua experiência com a amamentação?

No próximo post, outro assunto polêmico!!! O sexo na gravidez, pós parto e depois com as crianças!!! Não percam!!! 🙂

por Clara Olivetti

clara

Correndo com as tarefas de casa, trabalho, estudos, marido e filhotas! Ah, e sem esquecer do tempinho para os treinos de luta, unha, cabelo e creminhos. Tudo isso sem babá?  Impossível? Claro que não! Sou a mãe da Bia de 8 anos e da Alice de 6 meses. Vou dar dicas legais que podem ajudar as mamães. Afinal, ser mãe é bom demais!

 

Mãe Maravilha


clara
Para começar bem o ano, nesse primeiro post não poderia deixar de falar sobre a autoestima das mamães!

Tive duas experiências bem diferentes com a maternidade: uma produção independente aos 22 anos e todos os desafios de morar sozinha com uma bebê e, agora, com a família completa, sou mãe novamente aos 30!

Conciliar trabalho, casa, filhos, o marido e as nossas necessidades como mulheres não é fácil e a sociedade é cruel, exige mesmo! Mas aí estão as minhas primeiras dicas.

As mães são fortes, muito fortes. Mesmo quando bate um apertinho no peito, sempre respiramos e voltamos. A maternidade ensina que podemos vencer nossos próprios limites, sejam orgânicos, físicos ou psicológicos.
mara
Portanto, sempre que ficar cansada, desmotivada, pare tudo e veja o quanto já fez! É preciso ser menos autoexigente e se permitir viver mais! A pediatra da minha primeira filha disse uma frase que nunca vou esquecer: “a criança é que deve se adaptar ao seu estilo de vida e não o contrário”. Muitas mães se desesperam porque vivem a vida das crianças, começam a não ter horário para nada e não é assim. Nunca me privei de nada por causa das meninas, só me ADAPTEI… Quando fiz minha primeira faculdade, Biologia, aprendi bastante sobre a importância da adaptação. Quem não se adapta, dança!

E outra coisa bem legal é rir quando as coisas não são como queremos. Levei a Alice à praia pela primeira vez quando ela tinha 2 meses. Imaginem a barriga de uma mamãe de segunda gestação, dois meses depois de outra cesárea, que teve uma bebê de 4 kgs, sem babá e sem tempo para os milagres das atrizes!!! No início morri de vergonha, depois vi que isso só ia me privar de curtir um momento mágico com a minha família! E o que eu fiz?!? Em Búzios, eu nem “tchum” pro resto do mundo, me atirei na água com minhas meninas! Eu descobri que ser bonita é um estado de espírito! Depois disso, como sempre fui muito magrinha e agora tá brabo de perder a “pochete”, sempre que passa alguém e acha que estou grávida, eu acabo morrendo de rir e digo que tô barrigudinha igual peixinho de vala mesmo!

Afinal, mais vale um peixinho de vala realizado e feliz do que um filé de salmão seco e sem sal!!!#ficaadica

por Clara Olivetti

cf41e-claraCorrendo com as tarefas de casa, trabalho, estudos, marido e filhotas! Ah, e sem esquecer do tempinho para os treinos de luta, unha, cabelo e creminhos. Tudo isso sem babá?  Impossível? Claro que não! Sou a mãe da Bia de 8 anos e da Alice de 6 meses. Vou dar dicas legais que podem ajudar as mamães. Afinal, ser mãe é bom demais!