T.O.C.- A gente vê por aqui


Tenho certeza que vocês estão pensando “ah, lá vem ela falar do pobre do marido!”, pois estão muito enganadas! Eu não vou escrever sobre o meu cônjuge varão (tipo certidão de casamento) e sim, sobre o marido alheio.

Gisele casou aos vinte e poucos anos. Ela fez vários planos de como seria a vida de casada com Pedro. Imaginava como seria a casa nova toda decorada. Pensava até em quantos e como seriam os filhos…

O casamento foi de colocar inveja em muitas princesas. Tudo tão lindo! Vestido estilo bolo de noiva, buquê com muitas flores bonitas (não me perguntem nomes de flores, pois eu nunca sei) maquiagem e cabelo impecáveis e a decoração da igreja era uma coisa de louco!

Passada a alegria da festa e da lua de mel, o novo casal da praça começou a viver a realidade de um casamento: o marido era super mimado pela mãe, o que significa que até o bife a mamãe cortava para ele, ou seja, ele queria transferir “os cuidados” da mami pelos da esposa! Não preciso nem dizer que aquilo deixava Gisele cada vez mais irritada: ela não sabia o que fazer, pois não queria um filho de 20 e poucos anos, porque era um marido o que ela mais sonhava… Então, ela bolou um plano: deixaria tudo desarrumado até que Pedro percebesse a bagunça e consequentemente ele a ajudaria.

No início, ele não se importou, mas à medida que a casa se tornava lentamente um chiqueiro daqueles de filmes de fazenda, o moço começou a ficar nervoso, nervoso e muito nervoso…A ideia da minha querida amiga foi dando certo aos poucos. Do estado de calamidade pública habitual, a casa foi se tornando um brinco, mas nada de brinco da Vinte e Cinco de Março. O negócio era Swarovski!

vassouraO que ela não imaginava é que o marido se tornaria um obsessivo por limpeza de marca maior. Pedro passou a odiar qualquer espécie de sujeira e as eliminava prontamente no maior estilo “caça fantasmas”. Futebol? Ih, pare com isso! Seu passatempo preferido era vassoura, rodo, Veja (olha o jabá!) e um desinfetantezinho para dar aquele cheirinho maravilhoso de casa perfumada.

No primeiro momento, Gisele ficou preocupada com o marido e tentou convencê-lo a procurar ajuda psicológica, mas como o cônjuge achava que não precisava de ajuda porcaria nenhuma, ela passou a se beneficiar do distúrbio. Como? Ah, jura que vocês não imaginam? Ok, eu vou dar uma ajudinha: quem lava a louça? Pedro! Quem arruma a casa inteira? Pedro! Quem odeia ver qualquer coisa fora do lugar e ajeita tudo? Ai, Bruna, está bem, todas já sabem que é o Pedro!

Os anos se passaram e eles conseguiram contratar uma diarista. O garotão não tem mais tanto trabalho, mas de vez em quando, ele ainda assusta as visitas, pedindo que elas tirem os sapatos na porta da sua casa e aparece com a vassoura quando cai algum pedaço de bolo no chão.

por Bruna d’Avila

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30 anos. Casada com o melhor amigo de adolescência. Geminiana convicta e extremamente curiosa. Assumi a responsabilidade de escrever sobre casamento, mesmo com apenas 1 ano de experiência, mas prometo me esforçar para não fazer feio com as amigas.

 

 

 

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O closet dos sonhos


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Aqui estou eu mais uma semana, mas desta vez um pouco diferente. Isso mesmo, diferente! Porque em vez de falar em moda no sentido de que roupa usar, darei dicas para montar um closet dos sonhos sem gastar muito!

Essa minha ideia iniciou assim que comecei a reforma da minha casa para morar com meu noivo. Armário ??? Não daria certo, afinal a pessoa aqui tem roupa que não acaba mais e, além do mais, teria que dividir o espaço com ele (o noivo rs).

Então, decidimos fazer uma suíte com um closet, só que gastamos mais do que pensávamos na obra e o famoso closet que seria feito com móveis planejados ficou de escanteio e tornou – se um pequeno espaço sem nada.

Eu que sou ansiosa, nervosa e tudo mais, não admitia aquele espaço vazio e muito menos colocar um armário no quarto, pois havia um espaço chamado closet na suite, poxa!

Eu chegava a passar noites pensando no que comprar, corri meu bairro inteiro atrás de araras móveis e nada, o máximo que consegui, foi trocar com a minha mãe a cômoda dela de seis gavetões pela minha de três (já era algo, mas não tudo). Até que um belo dia, conversando com a minha irmã, ela me indicou uma loja no centro da cidade.

 

O mais engraçado é que quando trabalhava no comércio tinha uma senhora que sempre entrava na loja dando um encarte de araras desta mesma loja; ela entrava mil vezes e eu jogava fora, é o destino prega peças que a gente não espera mesmo!

Resolvi não perder tempo e no dia seguinte partimos para as compras!

Chegando lá me senti no paraíso: muitas araras, cabides, banquetas e eu fiquei louca! Foi aí que comecei a visualizar meu tão sonhado closet e o melhor é que ele teria a minha cara!

Então, segue a lista do que comprei:

*4 araras fixas de parede ( a medida vai de acordo com o espaço que você tem disponível );

*4 guinchos de dez pinos ( pendurar cintos, bolsas e bijus. No meu caso foi para pendurar as fardas do marido );

*1 armário aramado de cinco divisórias;

*48 cabides brancos ( lá vende por dúzia ).

Chegando em casa, peguei a furadeira com a broca 8 e saí pregando tudo com aquela animação, só que esqueci de um detalhe : não tenho só roupas, tenho sapatos também e onde guardá-los?!?!?

Foi aí que tive a ideia dos tubos de pvc. Simmmm aqueles canos de vários tamanhos… Aí vocês perguntam: “Como que faz Erika ?!?!?”

Primeiro o material:

*canos de pvc

*serrinha

*tubinho de cola tigre para pvc

*jet da cor que você preferir

*lixa número 10

O primeiro passo é cortar o cano todos com 20 cm. Logo depois, lixe as pontas para não ficar arranhando.

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Depois pegue o jet e pinte os cubos. Espere secar e comece a acoplar um em cima do outro colando. Para ficar mais fácil, vá colocando em uma caixa de mudança para segurar. Depois de seco é só tirar e colocar no ambiente de preferência.

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Aí vão algumas fotos de várias coisinhas para casa que vocês podem fazer com o cano pvc:

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…e assim fiz um closet gastando menos de R$ 500,00

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Espero que tenham gostado e no próximo post venho com mais dicas de coisas que não tem serventia e podem acabar se transformando em um objeto de desejo para sua casa!

por Érika Viegas

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Carioca, 3.1 cheia de energia vivendo cada minuto como se fosse o ultimo. Amo moda e vou poder compartilhar um pouquinho desse meu amor com vocês…Espero que gostem!

 

 

 

 


Namoro aos 30


placaAos 30 anos, no meu caso aos 31, você acha que sua vida amorosa já está super estável e que depois de namorar e casar, o próximo passo já está a caminho: um filho! Não, não é bem assim! Pra vida não tem receita de bolo, pois a todo momento nós falhamos, sofremos desilusões e, claro,  também damos a volta por cima, afinal somos seres humanos e os nossos parceiros também são! Comigo foi assim: depois de um relacionamento de 14 anos, lá estava eu, solteira, convicta e cheia de planos de “viver a vida adoidada”. A minha separação não foi traumática e nem sofrida, porque eu não sou dessas de “curtir a fossa”, eu geralmente transformo a fossa em nights, micaretas, viagens, muitas viagens e gargalhadas com as amigas e se você está passando por isso nesse momento: tenha certeza de que esse é o melhor remédio! Aos 30, diferente dos 20, a sua estabilidade financeira e emocional te permitem viver momentos que antes não eram possíveis! Então, aproveite!

parisSó que nem tudo é um mar de rosas e chega uma hora que essa vida frenética cansa. Chega uma hora em que você quer trocar o chopp de sexta por um jantarzinho a dois, a noitada de sábado por uma sessão de cinema, por incrível que pareça, o sambinha de domingo pelo programa do Faustão com seu amor no sofá e aquela sua viagem com as amigas por um passeio romântico, a dois, em Paris! Mas gente, pelo amor de Deus, não deixe sua relação cair na rotina não, então, de vez em quando é bom curtir uma night com seu namorado sim (ai, adoro usar essa palavra). Então, quando essa saudade de ter alguém, que você nem imagina quem seja, bater a sua porta, são algumas as opções: ou você olha pro lado porque o grande amor da sua vida pode ser um colega de trabalho, academia e afins, ou você faz um super marketing pessoal e pede pras suas amigas apresentaram os amigos dos namorados delas, ou você busca alguém nas redes de relacionamento que estão bombando, afinal, vamos usar a tecnologia porque ela está super a nosso favor (nesse sites tem caras de todos os tipos: os que querem algo sério, só sacanagem e há aqueles que são até pra casar). A outra opção é esperar a vida te levar e deixar acontecer! A grande sacada é se permitir! A minha vida é de excessos e, em geral, eu não sou de esperar, eu faço acontecer e te digo que foi incrível, na verdade está sendo! Depois de um fevereiro perfeito, onde pude vivenciar dois extremos na minha vida – o relax de Bonito e a agitação que é o carnaval de Salvador – lá estava eu de volta à realidade e voltei decidida: eu queria alguém pra mim, pra somar, pra compartilhar, pra viver bem! Eu não queria um namorado e sim “O namorado”!

downloadDepois de escutar e ver histórias de sucesso das minhas amigas super próximas na redes de relacionamento eu entrei de cabeça e disse acima que foi incrível pela rapidez com que aconteceu. Me cadastrei num site, comecei uma conversa boa e demonstrei que não estava ali de brincadeira e, além do fator sorte, porque assim como eu, ele queria algo sério, nós permitimos o encontro e a continuidade da relação de maneira concreta!  Nós sabemos que quando os homens querem, eles correm atrás, eles insistem e nós percebemos! Eu sei que estamos no início, se Deus quiser, de uma longa história, mas eu estou tão em paz, tão plena, que é fato de que ele é “O namorado”! Nessa fase da vida tenho percebido que a relação é diferente de antes, é mais madura, é mais cheia de cumplicidade porque, apesar de as pessoas serem egoístas por natureza, aos 30 a gente já bateu tanto a cabeça que cede com mais facilidade para se fazer bem e ao outro também… além disso são tantas histórias, vivências, erros e acertos para compartilhar que assunto é o que não falta e te digo por experiência própria: quando termina o diálogo, é sinal de que a relação está falindo! Outra sensação maravilhosa nesse início é a do frio na barriga e, no início do namoro, isso acontece a todo momento, então nada melhor do que não deixar isso morrer… É uma fase de descobertas que não pode passar em branco!

coracoesEu sei que aos 30 bate um desespero porque o tempo urge, mas gente pelo amor, para investir numa relação nada melhor do que estar apaixonada, envolvida e ter a certeza de que aquela é a pessoa! Não vamos namorar por namorar não e nem por carência, porque senão aquela história que te contei lá em cima de desilusão vem à tona novamente, aí já viu: o ciclo se repete, então para que perder tempo com o cara errado? Para que escolher alguém só porque você não quer estar sozinha? Não! Vamos investir na nossa felicidade! É o que eu tenho feito e olha que está dando muito certo: já fomos ao cinema, já assistimos ao Faustão juntinhos no sofá, ele já provou das minhas especialidades culinárias e adorou! Agora, quem sabe, nosso próximo passo não será: uma viagem a dois? Ai, ai…gente eu to namorando!

por Renata Lopes

20140218-054617.jpgSorrir é o melhor remédio” esse é o meu lema! Carioca, sonhadora e com uns quilinhos a mais, conquistados após os 20 anos e bem aceitos com a chegada dos 30. Não vou ser hipócrita de dizer que isso não me incomoda, mas também sou realista e tento usar o meu “excesso de gostosura” a meu favor, sempre! Aguarde e confie nas dicas “Plus” da coluna! 

 

 

 

 

 

Vamos falar de cabelos?

Pessoas queridas, olha quem está de volta! o/

Vamos falar de cabelos? Afinal, que mulher não ama cuidar deles?  Pois é… eu! Mamãe sempre dizia: “minha filha, você tem sorte de ter cabelo liso, porque senão você estaria ferrada”.  Ai, gente, nunca tive muita paciência para tratamentos, massagens, hidratação e afins… lavo o cabelo diariamente (raiz oleosa), mas meu ritual diário consistia em: água, shampoo, condicionador e… fim! Na verdade hoje não é muito diferente disso, mas fui obrigada a investir um pouco mais em bons produtos para as madeixas. Vou explicar.

Eu sempre usei produtos tipo Pantene… baratinho, cheiroso, tudo de bom! Só que não, né… Minha amiga Gisele Bündchen que me desculpe, mas sabemos que o produto não é dos melhores. Mas meu cabelo parecia tão feliz com Pantene… aliás, ele ficava ajeitadinho com praticamente qualquer produto, até que…

Apesar de liso, meu cabelo faz umas “voltinhas” que eu não gosto (sabe quando a gente coloca a franja atrás da orelha e fica marcado? Besteiras de mulher, eu sei), e por conta disso, de tempos em tempos, eu fazia alguma dessas escovas para ele ficar mais bonitinho. Aliás, fico impressionada com a variedade de escovas “alisabel” que aparecem por aí. Progressiva, inteligente, marroquina, de leite, de chocolate, de algas… nunca sei qual escolher, então explico que só quero tirar essas voltinhas e deixo a escolha a critério do(a) profissional.

E certa vez fui a um salão (conceituado e caro) aqui no Rio, e a “profissional” detonou com meu cabelo! Foi bizarro… meu cabelo ficou opaco, meio grosso, cheio de frizz e pontas espigadas… isso tudo pela bagatela de R$ 490,00… uma tragédia! Até chorei 😦

Mas toda essa história foi para explicar que depois disso eu saí loucamente em busca dos melhores produtos para tentar recuperar meu cabelo… pesquisava na internet e comprava tudo o que me indicavam! E mesmo assim demorou mais de um ano para o meu cabelo voltar ao normal.

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Selecionei umas fotos para vocês verem a diferença… não encontrei nenhuma foto que mostrasse o real estado do meu cabelo após esse “tratamento”, porque eu aplicava tanta coisa nele que dava uma disfarçada, mas mesmo assim creio que vocês consigam perceber.

(1) Uma semana antes do procedimento. Dá pra ver principalmente o brilho do cabelo.

(2) Um dia após a detonação. Franja espigada, cabelo opaco e vontade de chorar.  😥

(3) Foto recente. Cabelo recuperado, natural e pessoa feliz. Cortei o cabelo recentemente, mas isso é assunto para um próximo post 🙂

Um produto que eu usei na época e amei foi o K-Pak Deep-Penetrating Reconstructor, da JOICO.  Esse produto foi considerado mais de 10 vezes (acho que 13) o melhor reconstrutor do mundo! E isso não foi à toa… ele realmente é maravilhoso!  O cheiro é meio esquisito (me lembra banana), mas quem se importa?

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O K-Pak Deep-Penetrating Reconstructor é direcionado a cabelos danificados, quimicamente tratados, alisados, expostos frequentemente a calor etc… ou seja, se seu cabelo está  quebradiço, danificado e/ou com pontas duplas, seja por algum procedimento ou porque algum profissional resolveu ferrar com a sua vida, esse é o produto! Ok, ele não é dos mais baratos (cerca de R$ 110,00 o produto de 150mL), mas se você está desesperada e desiludida com suas madeixas, pode comprar sem medo.

Após esse drama eu passei a investir um pouco mais em produtos para cabelo, e mesmo tendo a raiz oleosa, tenho apostado em produtos mais hidratantes. Continuo não tendo paciência para tratamentos (nem hidratação caseira, que vergonha!), mas dá para manter os cabelos saudáveis mesmo assim. Hoje eu procuro alternar entre produtos… não sei explicar por quê, mas dizem que é bom, então não custa seguir né…

Alguns produtos que uso atualmente:

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– Shampoo L’oréal Liss Ultime: O cheiro é delicioso e ele deixa o cabelo hidratado sem ficar pesado. Adoro! Preço médio: R$ 87,00 (150mL)

– Shampoo TIGI Self Absorbed: Comprei em uma promoção (adoooro) e me surpreendi com esse shampoo. Ele limpa, refresca, mas sem deixar aspecto ressecado. Preço médio: R$ 57,00 (200mL)

– Condicionador John Frieda Full Repair: esse condicionador é sensacional.  Comprei o shampoo também, que é ótimo, mas no meu cabelo pesou. Recomendo o shampoo para quem tem cabelo seco. Preço médio: R$ 55,00 (250mL)

– Condicionador L’oreal Mythic Oil: Produto que contém “só” 10 óleos… deixa o cabelo super macio! A linha completa tem shampoo, máscara e óleo também. Preço médio: R$ 75,00 (190mL)

Sei que só indiquei produtos carinhos (a maioria eu comprei em promoções, porque eu gosto de coisas boas, mas adoro pagar barato por elas!), mas para quem está precisando dar uma turbinada nas madeixas, vale o investimento!

Uso ainda (quando lembro) o finalizador da marca que eu jamais saberei pronunciar o nome: Bonacure Oil Miracle, da Schwarzkopf (alguém me ensina como fala?!). É perfeito! Tem para cabelos finos e mais espessos… eu uso para cabelos finos, e ele deixa o cabelo leve e super brilhoso, além de ter um cheirinho delicioso.  Também não é baratinho, mas dura uma vida!

E como não podia faltar, há dois produtos baratinhos que eu uso também, e super recomendo! Nunca fui fã dos produtos da Garnier Fructis (sorry, Garnier!), mas se vocês nunca usaram o condicionador Óleo Reparação, usem! A promessa na embalagem é de “efeito cauterização”, e não deixa a desejar. Ele é super concentrado e a embalagem de 400mL custa R$ 9,90. OK, sei que depois dessa ninguém vai comprar os outros produtos que indiquei… Hahaha.  E, por fim, uso também o shampoo Frescor Vitaminado, também da Garnier. Ele é indicado para cabelos oleosos e é super refrescante, sem contar que é baratinho também.

Ufa! Meu poder de síntese hoje estava meio prejudicado… espero que tenham lido e gostado! No próximo post vou falar sobre tamanhos e cortes de cabelo! Beijos e até a próxima!

Por Pri Kurdian

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Libriana, de bem com a vida e super tranquila com a chegada dos 30. Crise? Por quê? Nada mudou ainda por aqui. Massss… o seguro morreu de velho e é fato que precisamos redobrar os cuidados com a pele, principalmente com nosso lindo rostinho que não está a fim de ser contemplado com as marcas da idade. E aí entra minha contribuição para o blog: dicas de cuidados e produtos para manter nossa pele linda e jovem, e o que não podia faltar: tudo sobre maquiagem de qualidade e a preços acessíveis, para ficarmos ainda mais poderosas e com a autoestima lá em cima!

 

Yes, nós temos bananas!

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No post de hoje, trago uma receita que é bem simples, express e é a minha preferida: banana assada com sorvete (huumm).

Vocês podem até estar se perguntando: existe receita para fazer banana assada? A resposta é não! Realmente não existe! O procedimento é muito simples. Então, mesmo que você não seja uma cozinheira de mão cheia, vale a pena tentar! Quem sabe você não usa essa delícia para agradar aos seus pequenos, seu namorado, marido ou como sobremesa num jantar em família!

Antes do preparo, precisamos saber que tipo de banana usar e qual é o ponto certo de quando ela está pronta. Então, resolvi reunir meus conhecimentos culinários a uma pesquisa básica e descobri informações mega importantes. Você sabia, por exemplo, que no Brasil, encontramos 5 tipos de bananas?

São os seguintes:

Banana d’água (conhecida também como nanica): com polpa doce, macia, e
casca fina e de cor amarelo-esverdeada.

Banana Prata: menos doce e mais consistente que a nanica,  é bastante indicada para fritar.

Banana da terra: maior entre as variedades, com casca amarelo-escuro e grandes manchas pretas, ideal para assar ou fritar.

Banana maçã: é pequena, de casca fina, amarelo-clara. Graças ao seu sabor doce e forte é  muito apreciada para ser ingerida sozinha, in natura, ou acompanhada de aveia ou farinhas enriquecidas.

Banana ouro: menor entre todas, também tem casca fina, polpa doce e sabor muito agradável

#ficaadica: quando for comprar a banana, o ideal é que a fruta esteja firme e livre de machucados e partes moles. Se não for consumida de imediato, opte pelas ligeiramente verdes e para retardar o amadurecimento compre em penca, pois se tiver destacada, a fruta amadurece mais depressa.

unnamedPara a  banana assada, sempre faço com banana d’água madura. Coloco para assar numa forma, pois ela solta bastante água quando está no forno, se fizer sem a forma vai sujar bastante o forno e o que queremos é uma receita rápida e que não dê muito trabalho, inclusive na hora de limpar.

Quando a casca da banana estiver escura, que em geral ocorre em aproximadamente 20 minutos, vire a banana para que o outro lado asse igualmente, quando a casca estiver solta da banana é sinal de que a banana já está cozida.

Retire a banana sem casca, coloque num prato e polvilhe açúcar misturado com canela a gosto e acrescente o sorvete, eu prefiro o sabor creme.  Depois é só aproveitar essa maravilha que mistura o quente com o gelado.

 

por Flávia Reis

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30 anos, carioca, formada em estatística, solteira, chocólatra e praticante de Pilates. Adoro bater uma perna no shopping ou no Saara com as amigas. Fazer gostosuras na cozinha, especialmente doces, é um dos meus maiores prazeres. Para mim, cozinhar é terapia!

 

 

 

 


Missão: arrumar um emprego em Londres

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Ju e eu, garçonetes em Londres

 

Então, a felicidade era imensa: conhecer novos lugares, novas pessoas, novas realidades e culturas. Mas a realidade era que o dinheiro que tinha guardado só dava para morar em Londres por 2 meses sem trabalhar.

Como eu imaginava, tudo em Londres é muito caro. Com a quantidade de coisas novas para fazer, o dinheiro acaba rapidinho. Sem contar que quando mudamos para Londres, a taxa de troca era quase R$4 por 1 pound (moeda do Reino Unido) e o dinheiro brasileiro não vai muito longe. Minha missão então era: arrumar um emprego desesperadamente.

O visto de estudante só permite que você trabalhe por 20h por semana. Além disso,  tínhamos aulas de 8h da manha às 5h da tarde, três vezes por semana. Não existiam muito empregos que eu poderia arrumar. Comecei a procurar nos sites indicados por brasileiros – como Gumtree – e a maioria das oportunidades eram de garçonete, barista ou faxineira. Como eu não tinha muita opção, mandei meu currículo para tudo o que havia disponível.

O melhor foi ter que escrever um currículo contando das minhas ‘experiências’ como barista e arrumadeira no Brasil. Inventei que tinha trabalhado num hotel e no bar e restaurante da mãe de uma amiga no Brasil e que sabia vários coquetéis- não acreditei quando consegui uma entrevista!

O gerente me perguntou: “Quais coquetéis você sabe fazer?” Eu falei: “Vários! Provavelmente você não saberá quais, porque só tem deles no Brasil, mas creio que já ouviu falar de caipirinha? (esse era o único coquetel que eu realmente sabia fazer). Não me pergunte como,  mas consegui que ele me desse um período de experiência para que eu mostrasse o que eu sabia fazer. Em 4 horas de trabalho, eu teria que apresentar todos os coquetéis que eu sabia. Bom, meu primeiro cliente me pediu uma garrafa de vinho tinto, que eu não consegui abrir porque era de rolha – e eu nunca tinha feito isso na minha vida! Conclusão: não fui chamada de volta!

Então, fui convidada para servir de garçonete numa festa bem chique com uns 200 convidados. Falei que já tinha feito trabalho similar no Brasil e eles me deram uma chance! Quando você serve nessas festas no Reino Unido, todos os garçons têm que servir ao mesmo tempo e carregar três pratos de cada vez. Pra não fazer feio, eu falei com a coordenadora que os pratos eram muito pesados para mim e que eu prefira levar só dois de cada vez. Ela falou que tudo bem e eu fiquei aliviada. Mas aí cometi o erro de retirar o sal e pimenta da mesa na hora errada e ganhei um esporro equivalente a ter quebrado o prato extra que eu tava com tanto medo de carregar.

Numa outra tentativa, fui chamada para uma entrevista para trabalhar no café do prédio onde fica a Unilever em Londres.  O meu sonho de consumo sempre foi trabalhar em Marketing para Unilever quando ainda estava no Brasil. Quando tive a chance dessa entrevista, peguei meu currículo verdadeiro – experiências que tive no Brasil – e levei para entrevista para tentar conseguir um emprego em Marketing. Entreguei para o entrevistador e falei que eu gostaria muito de uma oportunidade de trabalhar em Marketing na empresa deles. O entrevistador me olhou como se eu fosse louca e disse: a vaga que temos é para servir na lanchonete. Aceita? Fiquei com tanta vergonha que fui embora e não respondi ao e-mail que eles me mandaram.

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As meninas do “Apt Bar”

Depois de tentativas frustradas, mas sem desistir, consegui uma entrevista num bar no centro da cidade. Quando cheguei lá, conhecei o Eduardo, que também era brasileiro, e de cara falei: não tenho a menor ideia do que eu tenho que fazer. Nunca trabalhei em bar ou restaurante no Brasil mas vou dizer que já fiz. Ele falou: “Sem problemas, eu te ajudo”. Gracas a ele, consegui o emprego e ficamos grandes amigos.

Trabalhei no “Apt Bar” por quase 1 ano e meio. Lá eu fiz grandes amizades e me diverti bastante. Trabalhava até altas horas da madrugada nos finais de semana, o que me fez chorar algumas vezes.  Mas mal eu sabia que esse emprego iria mudar minha vida para sempre…

 

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Família “Apt Bar”: bons tempos!

 Versão em inglês (In English)

Mission: Finding a job in London!

Once upon a time, there was only happiness: visiting new places, meeting new people, experiencing a new culture. But after arriving in London, the reality was that the money I had saved would only last me 2 months.

As I imagined, everything was very expensive in the UK and the exchange rate wasn’t working in my favour: with 4 reais to the pound, my savings wouldn’t last long. So the mission was to find a job desperately.

My student visa only allowed me to work 20 hours per week, as I was a full time student 3 days a week. There were not many jobs I could do apart from hospitality. So I went to Gumtree and applied for every single job from cleaner to bartender and waitress.

The best part was creating a CV that recounted my ‘experience’ in Brazil where I described my previous employment as bartender, waitress and cleaner in a hotel. Well, this little white lie got me an interview!

During the interview, the manager asked: “So what cocktails can you make?”. I said: Lots but they are only famous in Brazil. But you probably heard of caipirinha”. I’m not sure if I am a good liar but he gave me a trial shift. The task was to show him in 4 hours which cocktail I could make. My first customer asked me for a bottle of red wine and I couldn’t remove the cork – as I had never done that before in my life! Needless to say… I wasn’t invited back.

So I was invited to work as a waitress in a posh party for 200 people. Most of the ‘experienced’ staff have to carry 3 plates at the same time so all guests get the food together. I said to the supervisor I couldn’t do it because the plates were too heavy and she said it was ok. I was relieved I wouldn’t make a clown of myself dropping a plate. However, the supervisor got super angry at me when I removed salt and pepper from the table at the wrong time. Perhaps I should have had a go at carrying the 3 plates in the first place!

In another opportunity, I was called to an interview to work at Unilever’s canteen in London. I was so excited as I always dreamed about working in Marketing for Unliver when I was still in Brazil. I thought: “I’ll take my real CV – with my Brazilian experience – and ask them for an opportunity to work in their Matketing team”. The manager that was interviewing me and saw my CV looked at me as if I was crazy and said: “ The position available is to work in the canteen. Fancy it?” I was so embarrassed that I left and didn’t even reply to the email they sent to me later that day.

After all my frustrated attempts but without giving up, I got an interview in a bar in central London. When I got there, I met Eduardo who was also Brazilian, and I said: “ I never worked in a bar before and I’ve got no idea of what to do”. He said: “No worries, I can help you”. Thanks to Eduardo, I got the job and we became friends.

I worked in Apt Bar for almost 1,5 years. I made lots of friends and had a great time. I worked until late hours during weekends, which made me cry sometimes. But what I couldn’t imagine is that this job would change my life forever!

 

 por Marcela Rigg

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Recém chegada à casa dos 30, estou sempre em busca de novas aventuras, carioca, mas moro atualmente em Melbourne – Austrália. Apaixonada por música, livros, fotografia e viajar. Formada em administracão e trabalhando em marketing, adoro criar coisas novas e fazer da vida algo interessante. Motivada por: “Saia da sua zona de conforto”

 

 

 

 

A Rainha do meu Lar

57910_263799770411904_1877866377_nApós tantos posts, não preciso mais fazer introdução sobre minha vidinha marota. Todo mundo já sabe que eu tenho 30 anos e um marido que sofre no blog.

Depois de um tempinho de casada, nós já sabemos de todas as coisinhas que deixam o casal na maior plenitude do lar e aquelas que nos fazem querer assinar a certidão de divórcio na mesma hora.

No meu primeiro texto, contei sobre a briga da louça na pia (fato comprovado de porrada lá em casa), mas como todo bom casal, temos outras mil coisas que nos irritam…

Não lembro se já contei, mas sempre fui muito filhinha da mamãe e da pior espécie: mamily sempre fez meu sanduichinho maravilhoso para eu tomar café da manhã no trabalho e assim, não me atrasar ao sair de casa. Minha única obrigação era lavar minhas calcinhas (quando eu lembrava)… Preciso dizer que essa minha criação de princesa da Disney daria merda quando eu casasse? Acho que não, né? Continuemos…

Meu marido pode até chiar ao ler isto, mas ele também foi criado igual a um reizinho, o que fez com que nós dois aprendêssemos muitas coisas juntos, como por exemplo, como se liga a máquina de lavar entre outras que me dão até vergonha de escrever.

Todo sábado era um inferno! O macho alfa cismava de arrumar a casa da maneira mais profissional possível. Eu simplesmente odiava perder todo meu sábado fazendo um tipo de trabalho que eu não levo o menor jeito.

Logo que voltamos de viagem, o maridão foi categórico: “Bruna, amada esposa (essa parte eu inventei), você prefere que gastemos dinheiro com TV a cabo ou diarista?”. Juro que nunca respondi algo tão rápido na minha vida! Óbvio que foi a diarista.

Depois de várias operações aritméticas, percebemos que era possível ser feliz aos sábados, domingos, feriados e dias de semana também! Eliete, a doce e amada diarista indicada pela mamãe, entrou em nossa vida da forma mais sublime que eu poderia imaginar e eu amo muito essa mulher!

No primeiro dia, ela demorou quase 10 horas arrumando toda nossa bagunça acumulada de semanas e saiu com uma carinha tão cansada, que eu achei que ela desistiria de nós, mas graça a Deus, ela é brasileira e não desiste nunca e acabou voltando após 15 dias (tempo suficiente para nossa rainha recuperar as forças nos braços de tanto que limpou).

Eliete chegou para arrumar nossa casa e manter nosso casamento em dia, pois casa limpa, casal feliz!

Toda vez que digo pro meu marido, que quem manda em casa sou eu, ele diz: “Bruna, você sabe muito bem, que quem manda aqui em casa é a Eliete!”

Por Bruna d’Avila

 
30 anos. Casada com o melhor amigo de adolescência. Geminiana convicta e extremamente curiosa. Assumi a responsabilidade de escrever sobre casamento, mesmo com apenas 1 ano de experiência, mas prometo me esforçar para não fazer feio com as amigas.